Bruna Faleiro e sua jornada de transformação no varejo de esportes
Há um desafip em muitos projetos de tecnologia no varejo. Não é o orçamento. Não é o prazo. É que a pessoa responsável por decidir o que o sistema precisa fazer nunca esteve do lado de cá, nunca abriu uma loja às 6h, nunca fechou o estoque numa virada de inventário, nunca sentiu o que é um pedido parado na fila enquanto o cliente espera.
Quando isso acontece, a tecnologia resolve o problema que o PowerPoint descreveu. Não necessariamente o que a operação vive. Bruna Faleiro é uma exceção rara. E essa exceção tem história.
De Goiânia ao Morumbi: o que doze anos de operação ensinam
Em 2013, Bruna assumia sua primeira posição de liderança na Decathlon, Gerente Comercial em Goiânia. Nos anos seguintes, ela cruzou o país: Vila Velha, São Paulo, Morumbi. Quatro lojas, três estados, cinco aberturas. Quem já participou de uma abertura de loja sabe o que isso significa: semanas sem hora certa, decisões tomadas com pouca informação, a pressão de um sistema que precisa funcionar desde o primeiro minuto. Bruna viveu isso cinco vezes.
Em 2022, ela assumiu a gestão de operações do país, controle monetário e de estoque em escala nacional. E em 2024 fez a transição que poucos esperam de alguém com esse histórico: virou Digital Product Manager, na área de TI. À primeira vista parece uma guinada. Na prática, é a continuação lógica de quem sempre precisou entender sistemas para fazer a operação funcionar.

Esporte como linguagem, não como metáfora
Fora da Decathlon, Bruna é tenista, ciclista, e tem uma história que poucos associariam a uma carreira no varejo: foi bailarina profissional. Mora em Santos, onde o estilo de vida ativo não é escolha de fim de semana, é cotidiano. Isso importa porque a Decathlon não é, para ela, apenas uma empresa onde trabalha. É extensão de como ela vive. E quando existe esse alinhamento entre quem constrói e o que é construído, o trabalho tem uma qualidade diferente, não porque é mais apaixonado, mas porque é mais honesto.
Quem vende produto esportivo e pratica esporte percebe quando a operação trai a proposta da marca. Quando o estoque não reflete o que está anunciado. Quando o catálogo digital não traduz o que está na prateleira. Essas inconsistências não são falhas de sistema, são falhas de gestão de dados.
A tecnologia que apoia quem constrói o varejo
A Logstore não foi construída para o varejista que está começando a vender online. Foi construída para quem já opera em múltiplos canais, já tentou crescer sem controle e já sentiu o custo disso, em margem, em prazo, em reputação. Quando a Decathlon trouxe a Logstore para dentro da operação, não foi uma decisão de TI desconectada do negócio. Foi uma decisão construída com quem entende os dois lados: a complexidade técnica e a realidade de quem está na ponta todos os dias.
Existem muitas Brunas no varejo. Gerentes que acumularam anos de operação e hoje estão em posições de decisão sobre sistemas e processos. Profissionais que, quando avaliam uma plataforma, não se convencem por demo.
São essas pessoas que a Logstore quer ao lado. Não como usuárias de funcionalidade, como arquitetas da operação que o varejo precisa se tornar.








